As mulheres e as fáscias

O Dia Internacional da Mulher é marcado por protestos e reflexões de longa data em diversos países do mundo. E, claro, é uma batalha diária para as mulheres em busca de direitos, igualdade, luta social e respeito. Mas, existem duas questões muito, mas muito “dolorosas” neste quesito: a morfologia e a funcionalidade das mulheres.

A morfologia é o estudo da forma, da estrutura e suas configurações, que de forma geral, olha com o olho nu ou microscopicamente, isso na área biológica. Desde a época de Game of Thrones para cá que as mulheres são estruturas de algo, sendo bom ou ruim. Alicerces de famílias ou até mesmo apenas um corpo disponível. Em ambas as situações, sua forma é superficial ou profunda, determinada pelas tensões que recebe na vida e se mantendo firme e forte até hoje, servindo de interlocução das partes do seu corpo e, para os mais ampliadores, interagindo com o mundo tridimensional.

Já a funcionalidade se refere a tudo que olha para nossas funções gerais da vida. Isso é tudo o que as mulheres fazem: gerenciamento e transmissão das forças (pode até ser no Star Wars), proteção, firmeza, tomam decisões fibrosas, influenciam em todo o corpo e mundo, fazendo o mundo se movimentar não necessariamente a seu favor. Essa força e garra de um movimento pró mulheres funciona para transmitir essa energia para aguentar um dia após o outro, mesmo com todas as dificuldades gravitacionais que as mulheres enfrentam e enfrentarão.

Portanto, o Dia Internacional da Mulher vem para garantir que há um finca pé firme e forte, que separa, suporta, conecta e protege tudo, como uma rede que troca força e informações todos os dias, o tempo todo. As mulheres estão no auge!

Concluindo: as mulheres tem um pé nas Fáscias! 🙂

Artur Padão

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