A dor como quinto sinal vital: colocando em prática

A dor é tão importante para o mundo que foi sugerido em 1996 por James Campbell conscientizar os profissionais de saúde sobre a avaliação e tratamento da dor como rotina nos serviços de saúde. Para tal fato, Campbell titulou a dor como quinto sinal vital, dentro do clássico conjunto de sinais vitais como freqüência cardíaca, freqüência respiratória, pressão arterial e temperatura.

Para medir a dor de forma vital, devemos ter então uma rotina de registro da avaliação e do tratamento do paciente, para que um mínimo de informações sejam identificadas de forma sistemática. E, claro, ser reavaliada após um período estipulado.

Mas, como colocar isso em prática? Parece tão elementar, mas não é não:

– Ter uma rotina de avaliação da dor

– Documentar as informações sobre a dor

– Documentar as propostas de tratamento e a reavaliação

Parece simples, mas só no papel. O registro destas informações precisa realmente acontecer. E para isso, o profissional deve ter informações sobre:

– Intensidade da dor

– Tipo de dor

– Como a dor surgiu

– Identificar uma causa, quando possível

– Dimensões múltiplas, como a cognitiva, afetiva, sensorial e comportamental

– Sua localização no corpo

– O que piora e o que melhora

E bom registro! Faça acontecer!

Hi-5

Artur Padão

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