CENTRO MULTIDISCIPLINAR DA DOR

Centro especializado no tratamento da dor crônica. Conta com diversos profissionais capacitados e formados não só no próprio grupo mas também em outras instituições como a USP e HSE. Fazem parte da equipe profissinais das áreas de Fisioterapia, Medicina, Psicologia, Acupuntura em suas diversas especialidades.

É o único Centro Multidisiciplinar de Dor, privado, do Rio de Janeiro.

Rua Paulino Fernandes, 83 * Botafogo * Rio de Janeiro * RJ * Tel. 21 2530-2797  * www.centrodador.com.br

Todos os profissionais participam anualmente de um Programa de Educação Continuada às terças feiras a partir das 20hs. São aulas sobre diversos temas relacionados a dor. Aberto a todos os profissionais de saúde, interessados.

  1. 8, julho, 2010 em 14:23 | #1

    boa tarde, seguinte moro em cuiaba mato grosso, sofro de uma dor no pe´direito causado por um jogo de futebol a 8 anos.. ja fiz todos os exames de imagem e nem um mostra nada.. e sinto dor o dia inteiro!!! tem alguma dica pra ajudar??? ja estou quaze sem esperança de recuperar.. a dor e terrivel o dia inteiro..

  2. 11, julho, 2010 em 17:34 | #2

    Adriano, acho que você deve procurar algum tratamento por ai em Cuiabá, um médico e um fisioterapeuta especializados em dor. É muito comum não aparecer nada nos exames de imagem que justifique a dor. Abraços.

  3. luis claudio mendes
    29, dezembro, 2010 em 10:45 | #3

    Meu nome é Luis Claudio Mendes,tenho 47 anos,vou tentar resumir o meu caso. No dia 31.01.2004 sofri um acidente de moto,eu tive fratura exposta da fibula e peronio,fratura no joelho (ele nao articula mais),perdi cerca de 10 cm do meu femur (tenho uma pseudo-artrose),isso na perna esquerda,tive fratura dupla da clavicula esquerda,fraturei a cabeca do femur da perna direita,mas o pior para mim foi a lesão do plexo braquial,que a partir do acidente passei a ter as dores neuropáticas,dores essas terriveis (queimação,choques,pontadas e sensação de aperto),me internei em um hospital em Belem,o neuro-cirurgiao que me atendeu me receitou,clorpromazina,gabapentina,carbamazepina,amitriptilina,tilex e tramal,mas os resultados foram pouco satisfato rio,consegui me internar no hospital Sarah de Brasilia,lá fazendo exames constataram que tive avulsã o total dos nervos,então decidiram fazer u
    ma Drezotomia no dia 02.08.2004,mas com 8 dias
    as dores retornaram,fiz entao 7 bloqueios do ganglio estrelado,mas sem resultado,como ja tava internado a 4 meses me deram alta e retornei para casa e continuei com as dores,me internei outra vez no dia 15.07.2005,fiz tratamento com medicamentos ja citados mas sem resultados,retornei para casa,só me restava conviver com as dores,veio a depressão,insonia(tomo dormonid 15 mg),as vezes nao tinha mais vontade de viver,pois alem das dores,tambem nao podia andar por causa das sequelas das fraturas. Voltei a me internar no dia 25.11.2006,e no dia 06.12.2006,os neuro-cirurgiões do Sarah decidiram fazer outra Drezotomia,dessa vez passei uns 45 dias sem dor,mas como da primeira vez ela retornaram,ficar am as pontadas(a que mais incomoda),choques e apertos,(a frequencia das dores pose-se medir em minutos) mas dessa vez fiquei com sequelas, meu lado esquerdo do corpo ficou meio adormecido,parestesia na perna esquerda,tem partes que nao sinto nada ,pelo risco desse tip o de cirurgia a equipe de neuro-cirurgiões

    descartou novas cirurgias,e agendaram para mim um novo tratamento,a estimulação eletro-magnetica cortical,mas ja fazem 3 anos e ainda nao decidiram sobre o tratamento, sofro todo esse tempo,ja fiz e fizeram o possivel para me ajudar,a equipe do Sarah é maravilhosa,mas as dores tão atigindo outras partes do corpo,há um ano começou a doer na escápula esquerda,não sei se são por causa da atrofia ou se são dores neuropáticas,só que são fortíssimas.Conversando com a equipe de neuro-cirurgiões do Sarah, eles acham que um implante de eletrodos não me ajudaria,sairia muito caro e eles não têm certeza dos result ados.
    No dia 06/08/10 me internei no Sarah para outra avaliação,e ficou decidido que chegou o limite do meu tratamento,eles foram sinceros em dizer-me que não sabem qual tratamento executarem para acabar com minhas dores e me deram alta em definitivo.
    Procurei então o HC-SP,lá fui emcaminhado para o IPQ-HC-SP,para a equipe do Centro de Estudo das Dores,chefiada pelo Prof.Dr.Manoel Jacobsen,sob o comando do Dr.Erich Fonoff,fiz um mapeamento cerebral e decidiram implantar um neuro-estimulador ou eletrôdos,no dia 02/09/10,no lado direito do cerebro,usei externamente o gerador por 14 dias,sem nenhum resultado,então dia 16/09/10,fizeram a cirurgia para retirada dos eletrôdos.Houve nova reunião com a equipe do Centro da Dor,e decidiram fazer uma nova Drezotomia,eu contestei pois fiquei com sequelas do 2° Drez e no Sarah descartaram o 3° Drez,mas me garantiram que nada aconteceria,o “Papa da dor” o Dr.Manoel Jacobsen,seria o cirurgião a executar a cirurgia,marcaram a cirurgia para o dia 28/09/10,na sala de anestesia pedi para falar com o Dr.Manoel Jacoben,mas quem me atendeu foi o Dr.Erich Fono ff,e falei de novo sobre meu medo das sequelas no lado esquerdo do meu corpo,me tranquilizaram mais uma vez.Fui operado e quando acordei para minha surpresa/tristeza,tava com parestesia na perna direita,algo nunca comentado por nenhum medico que poderia ocorrer,e o pior,as dores estavam lá,do mesmo jeito que entrei na sala de cirurgia,disseram que a parestesia seria por pouco tempo,mas até hoje está na mesma,as dores idem,tou com o colar cervical,bem essa é minha história,parestesia nas 2 pernas,dores neuropáticas crônicas,dores escápulares,e pode-se imaginar no que se acarreta tudo isso?

  4. 29, dezembro, 2010 em 15:42 | #4

    Caro luiz. Não pense na sua dor como apenas física pelas lesões que você teve nos nervos e outras regiões. A dor perturba nosso emocional, provocando ansiedade, depressão e medo de fazer as coisas e até mesmo sair de casa. temos pensamentos negativos e catastróficos quanto ao futuro.

    Foram feitas várias tentativas de tratamento, desde os mais simples como medicações como os mais complexos como a estimulação cortical e o implante de eletrodos em você.

    Até agora, você apenas relatou intervenções cirurgias e medicações. Já esta mais do que na hora de você ser acompanhando por um centro multidisciplinar de dor. Em SP existem vários, inclusive vários dos médicos que você citou trabalham neles.

    Meu caro, o que eu tenho a lhe dizer é não desistir. ë dificil mas vai a luta.

    abraços

  5. 15, maio, 2011 em 14:59 | #5

    Olá, boa tarde.
    O meu nome é Micael de Barros tenho 29, faço 30 anos a 9 junho de 2011 e resido em Portugal.
    Em 25 de Outubro de 2005, sofri um acidente de viação, isto é, de motociclo de grande cilindrada. Por sorte sobrevivi, dizem os médicos que apenas assim o foi devido à minha forma fisica, pois tinha saido à pouco tempo das tropas paraquedistas e trabalhava nas linhas de baixa e média tensão da EDP. Diagnosticaram-me como politraumatizado:
    - 14 fracturas, 5 na perna direita uma na tibia e quatro no fémur, 7 costelas, duas delas pefurando o pulmão direito e uma ferindo o esquerdo, insufciência respiratória e cardiaca, a omoplata direita, a vértebra cervical n. sete “C7″ que por escassos milimetros não feriu a médula óssea, traumatismo craniano causando hemorregias no cerebelo passando 13 dias em coma, e arrancamento completo do plexo braquial, que me imobilzou completamente o braço e o peitoral direito, causando ainda posteriormente dor cronica muio acentuada. Fui submetido a duas cirurgias hortopédicas à perna direita e estou à espera de uma outra para retirar uma vara metálica e parafusos. Submeti-me ainda a uma cirurgia ao plexo braqiual e a quase metade do corpo para retirarem fibras nervosas para enxcerto no mesmo, mas pouco resultou. Embora tenha feito durante 3 anos fisioterapia intensa diáriamente apenas tenho ligeiros movimentos nos deltoíde,bícipede e no trícepede, mas a mão o ante braço o peito e muitos outros estão completamente paralisados e insensiveis. Entretanto durante a noite voltei aos estudos. Até então tinha a educação básica(9º ano) e curso profissionais de electricidade e cursos militares. Realizei nesses 3 anos um curso nocturno de administração e gestão com média final de 17 valores (0-20) ficando assim com o ensino médio concluído (12º ano), realizei o exame nacional de matemática b onde obtive 16 valores (0-20) ingressando num curso superior de engenharia civil na universidade do Algarve, estando actualmente no segundo ano. Estou a dar tudo por tudo para seguir a minha vida pois tenho uma filha linda com 7 anos, mas as dores que padeço em todo o braço e mão direita incapacitam-me muitas vezes de fazer seja o que for provocando-me muitas vezes as lágrimas. Tomo muita medicação e sou acompanhado pela terapia da dor do sistema hospitala local (H.D.Faro), mas não encontram solução e ja nao aguento mais isto, ja tenho o estomago todo cosido dos quimicos, sei que o álcool e as drogas resultam mas isso ainda estragaria mais a minha vida e da minha familia. Passamos por graves dificuldades financeiras. por favor ajudem-me porque aqui em portugal não me safo, ajudem-me por favor

  6. 16, maio, 2011 em 21:03 | #6

    Olá Micael. Pesada sua história hein. Mas, uma coisa muito importante foi vc conseguir dar a volta por cima, dentro das possibilidade, estudar e tentar tocar sua vida da melhor forma. A lesão do plexo é uma lesão dos nervos que saem do pescoço e vão para o braço. Provoca uma dor muito forte e incapacitante. Acredito que vc deva procurar em portugal, com o grupo de dor que vc se trata, informações sobre uma coisa chamada estimulação medular ou neuromodulação. É a colocação de um eletrodo na sua medula, local que leva os nervos, para controlar a dor. Também existe a possibilidade de fazer a estimulação cerebral com o mesmo eletrodo. São técnicas mais modernas realizadas por médicos. Isso iria ajudar a controlar a dor, mas não faz seus músculos se contraírem e funcionarem.
    Acho que esse é o melhor caminho para você.

    Abraços

    Abraços

  7. 2, junho, 2011 em 11:01 | #7

    porra tu achou a do micael pesada? porque voce nao leu do luiz la em cima, ai Luiz espero de coraçao que consiga se livrar dessa dor.. =)

  8. 2, junho, 2011 em 13:47 | #8

    Que nada cara…a dor é de cada um. Mas, quanto mais longa é a história do caso mais intrigante. Abraços

  9. Ana Lopes
    17, junho, 2011 em 16:34 | #9

    olá. há 10anos que sofro da perna esquerda enao sei o que é. È una sensaço estranha que nao sei explicar, as vezes é caimbras, outras vezes formingamento e outras vezes a perna fica pesada. essas sensaçoes nao é sempre no mesmo lugar, mas é constante e todos os dias. já fiz varias consultas e alguns tratamnetos como fisioterapia, acumpuntura e injencoes no joelho. tambem já fiz varias radiografias que nao acusaram nada . nao sei mais o que fazer. podiam dar-me alguma dica? obrigada!

  10. 20, junho, 2011 em 00:00 | #10

    Olá Ana, tudo bem? Dicas virtuais são perigosas, ainda mais quando falamos da saúde de uma pessoa do outro lado do computador. São sensações que parecem meio misturadas. Nervos? Circulação? Músculos? Acho que você deve procurar um centro de dor em sua cidade.

    Abraços

  11. luciene maria
    9, julho, 2011 em 13:10 | #11

    MEU marido esta sentido dores ele retirou uma perna lado direito como fazer pra diminuir esta dores???? abraços.

  12. Rinaldo Carvalho
    10, julho, 2011 em 00:38 | #12

    Olá companheiro,
    Em outubro de 1993, andava de bicicleta e sofri um atropelamento por um carro. Com esse acidente, tive TCE, hemorragia cerebral, edema cerebral, quebra da clavícula esquerda e avulsão total do PLEXO BRAQUIAL à esq. Já se passaram quase 18 anos e as dores persistem, e para quem as sofrem parecem ter aumentado. Após diversos tratamentos via remédios, fisio, acupuntura e etc. Então procurei um neuro cirurgião, o qual me indicou a estimulação medular com eletrodo. Estão sendo feitos os exames de rotina, cotação pelo plano de saúde dos equipamentos (marca passo), mais o risco cirúrgico, para logo após então operar.
    Pergunto: Qual a diferença da estimulação medular para a estimulação cerebral?

  13. 11, julho, 2011 em 17:22 | #13

    Oi Luciene. É importante que seu marido busque um centro de dor para saber o motivo das dores. Dor após amputações são chamadas de dores fantasmas.

    Abraços

  14. 11, julho, 2011 em 17:25 | #14

    Olá Reinaldo, tudo bem??? Ambas as estimulações são feitas no sistema nervoso central, nosso sistema de comando do corpo. Na estimulação cerebral, um eletrodo é colocado diretamente no cérebro para controlar a dor e na estimulação medular um eletrodo é colocado na medula na altura da cervical ou da lombar. Essa é a diferença, mas ambas são para controlar a dor.

    Abraços

  15. Mariza
    23, agosto, 2011 em 15:58 | #15

    Eu tinha acabado de ter meu primeiro filho quando soube que minha mãe estava com cancer no cerebro e tinha seis meses dde vida. A partir desta data comecei a ter crises de dor de cabeça, as quais se tornaram frequentes a ponto de ser diárias. Tudo isso começou a 26 anos. Tomo todos os dias analgesicos(2…) Fiz tratamento de enxaqueça mas não
    adiantou. Fiz tratamento com psicologa, acunpuntura…e só me passam remédios que me dão mais dor de cabeça, reclamo e pelo geito do médico desisto do tratamento. Sigo dieta de não tomar refri e comer doce, mas a dor esta presente assim mesmo. Fiz tomografia e
    não deu nada, só confirmando enxaqueca pelos sintomas.Bem, espero ter uma orientação com vcs, pois gostaria de ir num centro especializado, mas pelo sus. Desde já meus agradecimentos.

  16. 25, agosto, 2011 em 20:21 | #16

    olá mariza. no rio de janeiro, você terá centros especializados em dor pelo SUS no Hospital do Fundão, INTO, Pedro Ernesto e Servidores. Provavelmente para chegar a clinica de dor deve ter que passar por alguma triagem em um dos serviços de ortopedia ou outros e, assim, chegar a clínica de dor.

    Abraço

  17. Tânia Regina dos Santos
    20, setembro, 2011 em 10:19 | #17

    ola, moro na cidade de Porto Velho/RO, em 2006 tive uma crise de retocolite, no início do tratamento da doença me tratei com mesacol e corticóides. No decorrer do tratamento a medicação foi substituída pelo INFLIXIMAB, com o qual me dei bem melhor. Pois bem, estou em remissão da doença, mas existe uma dor na região lombar que me deixa travada, quando estou em crise não consigo andar, a não ser a base de relexante muscular, que as vezes nem faz efeito, de tanto que já tomei. O que tem isso a ver com a retocolite e a medicação. Eu também gostaria de saber, pois a cada 60 dias eu tomo essa medicação não para a retocoli e sim para essa dor que insiste em voltar quando o efeito da medicação esta acabando. Já procurei ortopedistas, reumatologistas e os exames não constatam nada de anormal. Faço tratamento psicológico, e nada, a dor só passa se eu volta a tomar a infliximabe. Essa medicação é fortíssima. … Um dos médicos me disse que essas dores podem ser sequelas da retocolite, pois ela dá dores nas articulações. Pesquiso muito na net para ver se acho alguma relação dessa dor com a retocolite, mas até agora não encontrei nada. Não tive mais crise da retocolite, mas as dores a cada 2 meses voltam e eu volto a tomar a infliximabe sem saber se essa medicação está me fazendo bem ou me prejudicando mais ainda.

  18. 21, setembro, 2011 em 10:36 | #18

    Ola Tania. Nem todas as dores que sentimos sao justificadas por lesao, doencas ou patologias. Na regiao lombar, quase 90% das dores sao de origem dos musculos e outras estruturas. entao, pode ser que nao tenha nada a ver. Mas, a retocolite sendo um problema de inflamacao, os musculos provavelmente vao se manter contraidos para proteger a regiao. Muitas vezes, mesmo que a inflamacao tenha ido embora, os musculos de mantem da mesma maneira.

    Abracos

  19. ANDRE
    14, outubro, 2011 em 13:27 | #19

    boa tarde, moro em SP, meu problema são as dores na região do trapézio, que erradia para o braço, gostaria de saber como encontrar um profissional que possa me ajudar.

  20. 15, outubro, 2011 em 18:11 | #20

    Ola andre, tudo bem? Claro que eu posso lhe ajudar. Me mande um email que lhe envio as indicacoes – artur@centrodador.com.br

    Abracos

  21. Fernanda Ribeiro
    19, novembro, 2011 em 12:16 | #21

    Oie.. Me chamo Fernanda, tenho 30 anos e há 1 ano e 2 meses (set/2010) caí da escada e torci em pé. O primeiro médico me deu apenas indicação de gelo, mesmo eu tendo dito que já havia rompido parcialmente o ligamento talo fibular 3 vezes, todas tratadas e recuperadas. Como a dor foi aumentando, a saga começou. Procurei outros médicos e fiz exames como Ressonância e Ultrasonografia, que não apresentaram ruptura, apenas:
    - 1ª Res. “Pequeno derrame articular tíbio talar com extensão para o recesso posterior subtalar / Discreto edema subcutâneo na região maleolar interna” // **-Ultrasonografia “ Tendinopatia aguda do tendão fibular longo direito (tendinite)” // **
    - 2ª Res. “ Aparente coalisão fibro-ossea calcaneonavicular. / Distensão líquida focal da bainha tendínea tibial posterior” // ** 3ª Res (e última) “Mínimo derrame subtalar.”
    Durante todos esse tempo, já fui em mais de 10 médicos, inclusive no Sarah (e diga-se de passagem, a pior consulta de todas), fiz fisioterapia, acupuntura, deep running, imobilização (abr/11), uso de medicamentos para dor neuropática (gabapentina e amitriptilina) e agora estou na hidroterapia. A dor nunca some, o que muda é a intensidade, um dia ela está 50%, no outro 100%. Estou fazendo dieta ortomolecular, e repondo vitaminas e minerais. Recentemente fui a uma acupunturista , que acredita que eu esteja com Sindrome Dolorosa Complexa Regional (não sei se é esse o nome correto) e me sugeriu tentar o tratamento de acupuntura + bloqueio de nervos periféricos + tens, entretanto meu convênio alega que esse tipo de tratamento – bloqueio de nervos periféricos – deve ser indicado por um neurologista e executado por um anestesiologista no centro cirúrgico. Não sei mais o que pensar, pois cada um diz uma coisa e essa dor está me tirando do sério. Poderia me ajudar ou me indicar algum especialista em dor crônica aqui em Brasília?

  22. 19, novembro, 2011 em 17:51 | #22

    Olá Fernanda, tudo bem? Eu não faço a mínima idéia se vc tem ou não sindrome complexa de dor regional. Não é comum as dores por torções de tornozelo se tornarem persistentes. Essa sindrome aparece também em situações de trauma, por isso existe essa possibilidade. Em brasília, posso indicar um amigo o qual trabalhamos juntos por muito tempo no centro multisciplinar da dor aqui no RJ. Arthur Ando, ele trabalha na clinica da AABB, não me lembro a região agora. Vou mandar o tel dele para você por email.

    abraços

  23. valdirene
    21, novembro, 2011 em 18:41 | #23

    EU SINTO DORES A UNS 4 ANOS ,NAS COSTAS BRAÇOS PRENAS E PESCOÇO ATINGINDO ATE O LADO DO ROSTO NAO AGUENTO MAIS M AJUDEM POR FAVORR

  24. 22, novembro, 2011 em 01:30 | #24

    Olá Valdirene. Você pode buscar ajuda em um centro especializado em dor na sua cidade. A melhor chance que uma pessoa que sofre com dores crônicas é buscando tratamento multidisciplinar. Quanto mais foco você tiver na dor mais dor vc vai sentir…..

    Abraços

  25. marcos cunha
    7, dezembro, 2011 em 23:15 | #25

    @luis claudio mendes

    luis claudio mendes :
    Meu nome é Luis Claudio Mendes,tenho 47 anos,vou tentar resumir o meu caso. No dia 31.01.2004 sofri um acidente de moto,eu tive fratura exposta da fibula e peronio,fratura no joelho (ele nao articula mais),perdi cerca de 10 cm do meu femur (tenho uma pseudo-artrose),isso na perna esquerda,tive fratura dupla da clavicula esquerda,fraturei a cabeca do femur da perna direita,mas o pior para mim foi a lesão do plexo braquial,que a partir do acidente passei a ter as dores neuropáticas,dores essas terriveis (queimação,choques,pontadas e sensação de aperto),me internei em um hospital em Belem,o neuro-cirurgiao que me atendeu me receitou,clorpromazina,gabapentina,carbamazepina,amitriptilina,tilex e tramal,mas os resultados foram pouco satisfato rio,consegui me internar no hospital Sarah de Brasilia,lá fazendo exames constataram que tive avulsã o total dos nervos,então decidiram fazer u
    ma Drezotomia no dia 02.08.2004,mas com 8 dias
    as dores retornaram,fiz entao 7 bloqueios do ganglio estrelado,mas sem resultado,como ja tava internado a 4 meses me deram alta e retornei para casa e continuei com as dores,me internei outra vez no dia 15.07.2005,fiz tratamento com medicamentos ja citados mas sem resultados,retornei para casa,só me restava conviver com as dores,veio a depressão,insonia(tomo dormonid 15 mg),as vezes nao tinha mais vontade de viver,pois alem das dores,tambem nao podia andar por causa das sequelas das fraturas. Voltei a me internar no dia 25.11.2006,e no dia 06.12.2006,os neuro-cirurgiões do Sarah decidiram fazer outra Drezotomia,dessa vez passei uns 45 dias sem dor,mas como da primeira vez ela retornaram,ficar am as pontadas(a que mais incomoda),choques e apertos,(a frequencia das dores pose-se medir em minutos) mas dessa vez fiquei com sequelas, meu lado esquerdo do corpo ficou meio adormecido,parestesia na perna esquerda,tem partes que nao sinto nada ,pelo risco desse tip o de cirurgia a equipe de neuro-cirurgiões
    descartou novas cirurgias,e agendaram para mim um novo tratamento,a estimulação eletro-magnetica cortical,mas ja fazem 3 anos e ainda nao decidiram sobre o tratamento, sofro todo esse tempo,ja fiz e fizeram o possivel para me ajudar,a equipe do Sarah é maravilhosa,mas as dores tão atigindo outras partes do corpo,há um ano começou a doer na escápula esquerda,não sei se são por causa da atrofia ou se são dores neuropáticas,só que são fortíssimas.Conversando com a equipe de neuro-cirurgiões do Sarah, eles acham que um implante de eletrodos não me ajudaria,sairia muito caro e eles não têm certeza dos result ados.
    No dia 06/08/10 me internei no Sarah para outra avaliação,e ficou decidido que chegou o limite do meu tratamento,eles foram sinceros em dizer-me que não sabem qual tratamento executarem para acabar com minhas dores e me deram alta em definitivo.
    Procurei então o HC-SP,lá fui emcaminhado para o IPQ-HC-SP,para a equipe do Centro de Estudo das Dores,chefiada pelo Prof.Dr.Manoel Jacobsen,sob o comando do Dr.Erich Fonoff,fiz um mapeamento cerebral e decidiram implantar um neuro-estimulador ou eletrôdos,no dia 02/09/10,no lado direito do cerebro,usei externamente o gerador por 14 dias,sem nenhum resultado,então dia 16/09/10,fizeram a cirurgia para retirada dos eletrôdos.Houve nova reunião com a equipe do Centro da Dor,e decidiram fazer uma nova Drezotomia,eu contestei pois fiquei com sequelas do 2° Drez e no Sarah descartaram o 3° Drez,mas me garantiram que nada aconteceria,o “Papa da dor” o Dr.Manoel Jacobsen,seria o cirurgião a executar a cirurgia,marcaram a cirurgia para o dia 28/09/10,na sala de anestesia pedi para falar com o Dr.Manoel Jacoben,mas quem me atendeu foi o Dr.Erich Fono ff,e falei de novo sobre meu medo das sequelas no lado esquerdo do meu corpo,me tranquilizaram mais uma vez.Fui operado e quando acordei para minha surpresa/tristeza,tava com parestesia na perna direita,algo nunca comentado por nenhum medico que poderia ocorrer,e o pior,as dores estavam lá,do mesmo jeito que entrei na sala de cirurgia,disseram que a parestesia seria por pouco tempo,mas até hoje está na mesma,as dores idem,tou com o colar cervical,bem essa é minha história,parestesia nas 2 pernas,dores neuropáticas crônicas,dores escápulares,e pode-se imaginar no que se acarreta tudo isso?

    querido!!! vamos conversar…passei A MESMA COISA com o “papa” manoel…vamos conversar urgente? abri um processo ha anos contra o HC, posso te orientar em muita coiisa qto a dor…me escreve para o MSN negociofechadocerto@hotmail.com

  26. marcos cunha
    7, dezembro, 2011 em 23:19 | #26
  27. marcos cunha
    7, dezembro, 2011 em 23:22 | #27

    @adriano de almeida carvalho ..

    marcosdacunha@gmail.com me contacta!!!

    tenho resposdtas sobre tua dor…tenho lesao igual ha 31 anos…

  28. ELAINE
    29, dezembro, 2011 em 20:30 | #28

    Passei por uma cirurgia de coluna(descompressão medular e artrodese) no dia 27/10/2010 ,onde fiquei afastada (pelo CID 91)até o dia 04/12/2011, retornando para as minhas atividades na empresa no dia 5/12,mas a gerencia disse que não tinha lugar para eu trabalhar e que era para eu ajudar a tecnica do trabalho nos afazeres dela.Bom tudo bem fiquei chateada pois disseram que se me colocassem em algum setor eles seriam irresponsáveis, e principalmente na utineonatal onde eu poderia derrubar uma criança, e que assim eu não ficaria exposta e nem a instituição,logo depis decidiram mudar de idéia e me colocaram na utineo,mas agora querem me demitir não sei o que fazer pois estou em tratamento,e tenho que ficar aguentando piadinhas tipo: aí eu tenho problema de coluna chefinha….. e essas piadas é da coordernadora e da gerencia.Me ajudda por favor.

  29. 2, janeiro, 2012 em 13:39 | #29

    Olá Elaine. Legalmente não podem lhe demitir por causa disso.
    Abraços

  30. Fernanda Semeone
    9, janeiro, 2012 em 15:48 | #30

    @Fernanda Ribeiro
    Fernanda,eu me chamo Fernanda também e estou com um problema parecido com o seu,mas eu não consigo andar…O que vc fez para voltar a andar?Como vc esta agora?meu email:nandawoolf@gmail.com

  31. andreia marcia da silva
    19, fevereiro, 2012 em 20:08 | #31

    Doutor meu marido fez uma cirurgia recentemente de artrodese e ainda sente algumas dores mais ta quase normal gostaria de sabe se ele vai volta a suas atividades normais como por exemplo anda de moto?Ou se por ele ter feito essa cirurgia tem alguma limitação?
    obrigado e até mais!

  32. andreia marcia da silva
    19, fevereiro, 2012 em 20:11 | #32

    E lembrando que por ele ter fraturado duas vertebras a T11 e T12 ele tem 2 astes 8 parafusos e um desvio na SL q ainda esta recuperando!

  33. 23, fevereiro, 2012 em 11:28 | #33

    Andreia, teoricamente não existem restrições, as quais na maioria das vezes são desnecessárias. Para voltar as atividades, devemos retornar aos poucos para ganhar confiança novamente e se sentir capaz de realiza-las. Nada melhor do que testar e ver como vai ser.

    Abraço

  34. andreia marcia da silva
    23, fevereiro, 2012 em 13:18 | #34

    obrigada doutor mas augumas pessoas já disseraõ que dependendo do que ele for faser os parafusos podem se soutar isso é possível? obrigada pela resposta e até mais um abraço

  35. andreia marcia da silva
    25, fevereiro, 2012 em 15:35 | #35

    desculpe-me encomoda-lo tanto mas é que as veses eu fico preocupada

  36. 28, fevereiro, 2012 em 08:46 | #36

    Olá Andreia. Já ouvi isso também, mas nenhum paciente que atendi teve parafusos soltos. Já ouvi também comentários de cirurgiões que isso pode estar diretamente relacionado a qualidade do material.

    Abraços

  37. 28, fevereiro, 2012 em 08:52 | #37

    Calma andreia. Preocupações demais aumentam a ansiedade e consequentemente a dor.

    abraços

  38. FERNANDO AMORIM
    8, março, 2012 em 20:31 | #38

    @luis claudio mendes
    LUIS TD BOM TIVE UMA LESAO NO PLEXO TB, FIZ CIRURGIA HA UMA SEMANA, E ESTOU COM ESSAS QUEIMAÇÕES DESDE O ACIDENTE FAZ 5 MESES, TEM ALGUM CONTATO SEU QUE VC POSSA ME PASSAR, HJ NAO CONSIGO DOBRAR NEM LEVANTAR MEU BRACO LESAO C6 E C7, TO ENCANADPO SE ESSA CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO PLEXO VAI DAR CERTO QUERIA FALAR C VC… ABCS E FICA COM DEUS MEU E-MAIL E FSAMORIM1@HOTMAIL.COM ABCS

  39. andreia marcia da silva
    9, maio, 2012 em 10:35 | #39

    olá doutor como vai? como eu já havia dito a auguns meses atráz o meu marido fez uma artrodese a 7 meses, ele estava até muito bem, reclamava pouquissimas dores, mas de um semana para cá ele vem sentindo muita dor onde ouve o desvio que foi na SL, você acha que pode ter infecsionado esta vértebra ?na cirurgia ele não sente nada graças a Deus por favor doutor mim tire mais essa dúvida já não sei mais o que faser. Des de já obrigada, um abraço.

  40. andreia marcia da silva
    9, maio, 2012 em 10:57 | #40

    tenho outra dúvida. Tenho uma filha que hoje ela tem 15 anos mas des de pequena ela reclama de dores nas pernas do nada começa a dor, já a levei em auguns médicos inclusive em um ortopedista, e todos mim disseram que a dor é do crescimento mas dor não acaba, acha que devo proucurar um angeologista?ou não é ocaso? até mais

  41. eduardoazevedo
    11, maio, 2012 em 11:24 | #41

    tiver lesao plexo braquial esquerdo lesao femur fratura braço esquerdo,depois de meses tiver pouca alteraçao da sensibilidade,zumbido, ardo,suor na face, fiz exames foi constatada lesao glanglio estrelado esquerdo so que os neuro cirurgiao classificao como espoestesia cultanea, mas os sintomas sao do glanglio estrelado esquerdo os sintomas sao do lado direito desde ja agradeço resposta

  42. 15, maio, 2012 em 11:27 | #42

    Olá Andreia. Se estivesse mesmo infeccionado, a situação estaria muito mais complicada. A artrodese não livra as pessoas de ter dor novamente.

    abraços

  43. 15, maio, 2012 em 11:29 | #43

    Olá Andreia, novamente :) Apenas algumas regiões do corpo estão relacionadas a dores de crescimento, como por exemplo na pontinha de osso logo abaixo do joelho. Fora isso, não é comum uma menina de 15 anos ter dor frequente. Agora, qual médico procurar é uma grande dúvida. Minha sugestão seria, sempre que possível, um clínico de dor.

    Abraços

  44. 15, maio, 2012 em 11:32 | #44

    Olá Eduardo. Existem tratamentos para a dor na lesão de plexo, mas lembre-se que existe uma lesão que provoca dor também. Existem bloqueios anestésicos no gânglio estrelado e cirurgias minimamente invasivas, como colocar um neuromodulador para o controle dos sintomas.

    Abraços

  45. andreia marcia da silva
    15, maio, 2012 em 12:42 | #45

    obrigada doutor .Abraços

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